quinta-feira, 2 de junho de 2011
Municípios debatem ações para tirar a RS-010 do papel
Sapiranga - Os detalhes da RS-010, a Rodovia do Progresso, que ligará Porto Alegre a Sapiranga, fizeram parte de encontro que reuniu secretários municipais, empresários e engenheiros na tarde de ontem em Sapiranga. Coordenado pelo prefeito anfitrião Nelson Spolaor, o único chefe de Executivo presente dos sete municípios que receberão a rodovia, a reunião teve como assunto predominante os interesses de cada cidade por onde a rodovia passará. Nova Hartz também esteve representada. Uma alteração no trecho final, em Sapiranga, foi o mais controverso. Mesmo com dúvidas sobre o trajeto principal e acessos, além da licitação inicial, que foi revogada, o projeto será apresentado ao secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Beto Albuquerque, em reunião em Novo Hamburgo, em data a definir. Quando ocorrer, será o momento oportuno dos prefeitos apresentarem seus argumentos sobre a importância para a região dessa estrada de cerca de 41 quilômetros de extensão, cuja principal função será desafogar a BR-116.
AS MUDANÇAS
Ontem foi ratificada a decisão de que serão duas praças de pedágio no trajeto aos invés de três. Em uma das praças o valor passaria de R$ 4,80 para R$ 4,40. Isso significa aumento do número de usuários da rodovia e, por consequência, mais recursos, salientou o secretário de Transportes e Mobilidade Urbana de Canoas, Luiz Carlos Bertotto, representante da Associação dos Municípios da Região Metropolitana da Grande Porto Alegre (Granpal).
O valor da segunda tarifa passaria de R$ 2,40 para R$ 2,20. A praça de pedágio planejada entre Porto Alegre e Sapucaia do Sul foi retirada, visto que um estudo indica que a maioria das pessoas seguirá no sentido de Novo Hamburgo
SAIBA MAIS
A licitação da RS-010 foi suspensa em dezembro de 2010 pela Justiça por suspeita de irregularidades no processo
A Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística (Seinfra) pretende abrir uma nova licitação, mas detalhes como quando e de que forma o projeto será implantado serão definidos até o fim do primeiro semestre
O projeto, que existe desde 1997, contempla a implementação, operação e manutenção do segmento leste do Anel Rodoviário Metropolitano, que será formado pela RS-010, com conexões com a BR-386, RS-118 e RS-240
Serão complementadas pela interseção com a Estrada Leopoldo Petry, em Novo Hamburgo, e, no segmento de conclusão, com a RS-239
O prefeito de Esteio, Gilmar Rinaldi, não enviou representantes à reunião porque não vê necessidade de mudanças no projeto no trecho que passa pelo município
Polêmica no trecho de Sapiranga
A chegada da RS-010 em Sapiranga foi o tema de maior discussão no encontro. Conforme o prefeito Nelson Spolaor, numa área próxima ao posto do Comando Rodoviário da Brigada Militar uma empresa está interessada em construir um condomínio residencial. Os empreendedores, no entanto, não querem que a rodovia passe por dentro do conjunto de casas. A Construtora Odebrecht, encarregada de elaborar o projeto, irá avaliar se poderá ou não ser feita a alteração da estrada neste local.
Melhoria em mobilidade urbana
Um Grupo de Trabalho formado por integrantes do governo do Estado e da prefeitura de Porto Alegre discute a possibilidade de realização de obras que melhorem a mobilidade urbana na região Metropolitana. A finalidade é reduzir os constantes engarrafamentos, em especial na avenida Castelo Branco, na entrada da Capital. As obras também visam a realização da Copa do Mundo de 2014. Como Porto Alegre está entre as cidades que sediarão o evento, uma das exigências é de que haja melhorias na mobilidade urbana. Os principais problemas são verificados no início da manhã e no final da tarde, quando o fluxo de veículos é mais intenso na chegada e na saída da Capital. A ideia é manter contato permanente com os representantes dos municípios da região Metropolitana para que integrem a iniciativa e apontem alternativas. Os engarrafamentos normalmente são reflexos do trânsito das BRs 116, 386 e 290, assim como da RS 040.
Mais de 7 mil toneladas de aço darão forma à Rodovia do Parque
A construção da BR-448, a Rodovia do Parque, é hoje considerada uma das obras rodoviárias mais importantes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal. Este título não é à toa. Serão construídas - ao longo dos seus 22,3 quilômetros de extensão - 16 obras de arte especiais, sendo boa parte com peças pré-moldadas, como pré-lajes e vigas. Para dar formas a viadutos, pontes, passagens de nível e elevadas, serão produzidas 3.941 vigas e 57.943 pré-lajes.
Para a fabricação das 61.884 unidades pré-moldadas serão necessárias mais sete mil toneladas de aço e aproximadamente 40 mil metros cúbicos de concreto. É no canteiro industrial do Lote 3, trecho referente aos 7,9 quilômetros finais da nova rodovia, que está concentrada a maior parte deste volume. Nele são construídas as obras de arte mais complexas do conjunto de intervenções, tais como a ponte estaiada sobre o Rio Gravataí, o seu acesso e a interseção com a BR-290, em Porto Alegre. Juntas - somente estas três estruturas - vão necessitar de 46.106 unidades de pré-lajes. E a produção, que envolve 213 trabalhadores, já concluiu a fabricação de 6.755 destas peças.
Das 3.846 vigas previstas para o trecho do Lote 3 o consórcio Queiroz Galvão- OAS- Brasília Guaíba já concluiu 3.570. Segundo o coordenador-geral do Consórcio Gerenciador da BR-448/RS, Luiz Antônio Didoné, o volume de peças produzidas no canteiro principal do Lote 3 chama a atenção. “Este volume é espetacular. A tecnologia utilizada para produção das peças pré-moldadas foi especificamente desenvolvida para as obras da BR-448”, completa.
O segundo trecho da Rodovia do Parque, com 5,3 quilômetros de extensão, conta com 50 homens atuando no seu canteiro industrial. O Lote 2, sob a responsabilidade das empreiteiras Construcap e Ferreira Guedes, terá de produzir 69 vigas e 8.304 pré-lajes para as cinco obras de arte especiais projetadas neste percurso. Do total, 40% já estão prontos.
No Lote 1, que começa no marco zero da BR-448, em Sapucaia do Sul, e segue até o acesso da BR-386, em Canoas, totalizando pouco mais de 9,1 quilômetros do traçado da Rodovia do Parque, são cinco obras de arte especiais e juntas somam 26 vigas e 2.408 pré-lajes. Dessas as empresas consorciadas Sultepa e Toniolo, Busnello já fabricou 700 pré-lajes.
Para a fabricação das 61.884 unidades pré-moldadas serão necessárias mais sete mil toneladas de aço e aproximadamente 40 mil metros cúbicos de concreto. É no canteiro industrial do Lote 3, trecho referente aos 7,9 quilômetros finais da nova rodovia, que está concentrada a maior parte deste volume. Nele são construídas as obras de arte mais complexas do conjunto de intervenções, tais como a ponte estaiada sobre o Rio Gravataí, o seu acesso e a interseção com a BR-290, em Porto Alegre. Juntas - somente estas três estruturas - vão necessitar de 46.106 unidades de pré-lajes. E a produção, que envolve 213 trabalhadores, já concluiu a fabricação de 6.755 destas peças.
Das 3.846 vigas previstas para o trecho do Lote 3 o consórcio Queiroz Galvão- OAS- Brasília Guaíba já concluiu 3.570. Segundo o coordenador-geral do Consórcio Gerenciador da BR-448/RS, Luiz Antônio Didoné, o volume de peças produzidas no canteiro principal do Lote 3 chama a atenção. “Este volume é espetacular. A tecnologia utilizada para produção das peças pré-moldadas foi especificamente desenvolvida para as obras da BR-448”, completa.
O segundo trecho da Rodovia do Parque, com 5,3 quilômetros de extensão, conta com 50 homens atuando no seu canteiro industrial. O Lote 2, sob a responsabilidade das empreiteiras Construcap e Ferreira Guedes, terá de produzir 69 vigas e 8.304 pré-lajes para as cinco obras de arte especiais projetadas neste percurso. Do total, 40% já estão prontos.
No Lote 1, que começa no marco zero da BR-448, em Sapucaia do Sul, e segue até o acesso da BR-386, em Canoas, totalizando pouco mais de 9,1 quilômetros do traçado da Rodovia do Parque, são cinco obras de arte especiais e juntas somam 26 vigas e 2.408 pré-lajes. Dessas as empresas consorciadas Sultepa e Toniolo, Busnello já fabricou 700 pré-lajes.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Rodovia duplicada até Dois Irmãos e dois viadutos são prioridades do Dnit
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) definiu suas novas prioridades para a BR-116 na região: a duplicação do trecho de Estância Velha a Dois Irmãos e a construção de mais viadutos, um no acesso a Sapucaia do Sul e outro na sinaleira do bairro Roselândia. E um terceiro pode ser definido no acesso a Dois Irmãos.
O projeto de duplicação deve ser concluído até o final do ano e pode incluir a previsão dos viadutos na Roselândia e Dois Irmãos. Já o edital para a construção do viaduto em Sapucaia deve ser lançado até julho.
O supervisor da unidade de São Leopoldo do Dnit, Carlos Adalberto Pitta Pinheiro, destaca que a duplicação vai melhorar o fluxo de veículos entre Estância Velha e Dois Irmãos, que chega a 30 mil diários. Ele explica que o projeto está em fase inicial. "A construção do viaduto na Roselândia é prioridade nesse projeto", garante Pitta, acrescentando que estudos podem definir pela construção de viaduto em Dois Irmãos.
A proposta do Dnit é duplicar a BR-116 em 13 quilômetros, nos sentidos capital-interior e interior-capital, que terão duas faixas, beneficiando as cidades de Estância Velha, Ivoti e Dois Irmãos. Além de dois viadutos no trecho, o projeto inicial também prevê a construção de passarelas. Já quanto ao viaduto de acesso a Sapucaia do Sul, após sofrer duas revogações por causa de contestações judiciais das empresas participantes do processo licitatório, o edital teve adaptação. Ao invés de duas pistas, o viaduto agora terá três, visando adaptá-lo ao intenso movimento na rodovia.
O projeto de duplicação deve ser concluído até o final do ano e pode incluir a previsão dos viadutos na Roselândia e Dois Irmãos. Já o edital para a construção do viaduto em Sapucaia deve ser lançado até julho.
O supervisor da unidade de São Leopoldo do Dnit, Carlos Adalberto Pitta Pinheiro, destaca que a duplicação vai melhorar o fluxo de veículos entre Estância Velha e Dois Irmãos, que chega a 30 mil diários. Ele explica que o projeto está em fase inicial. "A construção do viaduto na Roselândia é prioridade nesse projeto", garante Pitta, acrescentando que estudos podem definir pela construção de viaduto em Dois Irmãos.
A proposta do Dnit é duplicar a BR-116 em 13 quilômetros, nos sentidos capital-interior e interior-capital, que terão duas faixas, beneficiando as cidades de Estância Velha, Ivoti e Dois Irmãos. Além de dois viadutos no trecho, o projeto inicial também prevê a construção de passarelas. Já quanto ao viaduto de acesso a Sapucaia do Sul, após sofrer duas revogações por causa de contestações judiciais das empresas participantes do processo licitatório, o edital teve adaptação. Ao invés de duas pistas, o viaduto agora terá três, visando adaptá-lo ao intenso movimento na rodovia.
Dnit libera viaduto do bairro Rincão em Novo Hamburgo
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) libera hoje o trânsito no viaduto do bairro Rincão, no km 236 da BR-116, em Novo Hamburgo. Após dois anos de obra e ansiosa espera da população, a estrutura vai permitir que os veículos possam trafegar livremente pelo local, que tem a ideia de facilitar a vida dos motoristas que seguem pela BR-116. O lançamento estava marcado para 12h30 e teve aprovação do diretor de Infraestrutura Rodoviária do Dnit, Hideraldo Caron.
O engenheiro Elvio Bernardi explica que o viaduto servirá de transposição da Rua Rincão, sendo uma intersecção da BR-116, com a função de melhorar a fluidez do trânsito. Serão dois viadutos paralelos no sentido Capital–interior e interior–Capital. O acesso à cidade será pela pista lateral e embaixo da estrutura. No cruzamento da rodovia com a Rua Rincão, os motoristas poderão seguir suas rotas orientados por rótula e sinaleira. O Dnit lembra que a estrutura atende a uma antiga reivindicação de melhoria da segurança e das condições de fluxo na rodovia, eliminando o semáforo para tráfego direto (longo curso) em local de constantes acidentes.
A OBRA EM DETALHES
1 As obras do viaduto do Rincão começaram em janeiro de 2009 e o prazo inicial da entrega era janeiro deste ano. O engenheiro responsável pela construção, Elvio Bernardi, explica que o atraso foi em função da inclusão de aditivos e do clima, que impediu o trabalho
2 Serão dois viadutos paralelos, cada um com 620 metros, e o trecho total da obra é de 800 metros. Foram investidos R$ 33 milhões
3 Segundo o engenheiro Elvio Bernardi, a drenagem será feita para evitar água parada em cima do viaduto. Dessa forma, toda água da chuva escoará para as laterais e descerá o viaduto por meio de canos
4 No início e no fim da estrutura, os operários trabalharam na terraplenagem dos canteiros centrais, onde foram colocadas grama e defensas (protetores) metálicas. Já foram instalados 17 postes de iluminação.
5 Cada viaduto contará com duas faixas de 3,6 metros, além de um acostamento maior à direita de 2,5 metros e outro à esquerda de 0,8 metro. Segundo o engenheiro, isso foi feito já pensando em futuramente poder transformar as duas pistas em três, retirando os acostamentos .
6 O empreendimento conta também com a execução de ruas laterais e passeios, cuja conclusão total está prevista para fim de julho.
O QUE FALTA FAZER
Atualmente, são 30 operários trabalhando na finalização da estrutura abaixo dos viadutos. Ainda falta a inclusão de 22 postes para iluminação pública, terraplenagem, sinalização e pavimentação. “Com essa liberação do viaduto teremos mais condições de terminar a rótula e os ramos de retorno”, explica o engenheiro do Consórcio Grande Porto Alegre, Elvio Bernardi. Ele reforça que o tráfego no local tem tudo para melhorar. “Em torno de 90% dos veículos seguem para Serra ou para Porto Alegre. Acreditamos que apenas 10% entram em Novo Hamburgo. E essa pequena parte vai enfrentar sinaleiras”, detalha.
CURIOSIDADES
Até esta etapa da obra, foram usadas 950 toneladas de ferro na estrutura e 10 mil metros cúbicos de concreto. Com os viadutos prontos, agora só falta terminar detalhes da rótula de acesso (para o bairro Rincão e para o Centro de Novo Hamburgo) e os ramos – faixas das vias – de retorno, localizados abaixo dos viadutos
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Segunda ponte ligando Brasil ao Uruguai é discutida com Dnit
O deputado federal Ronaldo Zulke (PT) intermediou audiência realizada nesta quinta-feira (12) com o diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, Hideraldo Luiz Caron, e o prefeito de Jaguarão, Cláudio Martins. Na pauta da agenda, a construção de uma segunda ponte ligando o município gaúcho à cidade de Rio Branco, no Uruguai.
O processo, segundo o prefeito, tramita no Dnit e, de acordo com o órgão, a licitação deve ser aberta em julho de 2011.
Viaduto sobre trilhos será duplicado na BR-386 em Canoas
Canoas. O Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (Dnit) confirmou que deverá lançar nos próximos 15 dias o edital de licitação para a duplicação do viaduto sobre a linha férrea, no Km 442 da BR-386, no município. O sinal verde para a obra foi externado pelo diretor do Dnit, Hilderaldo Caron no dia 05 de maio. Conforme o Caron, a duplicação do viaduto “é uma medida importante para diminuir o problema de locomoção da população da região”. O Superintendente Regional RS do Dnit, Vladimir Casa, diz que o projeto da duplicação já está pronto e a obra é considerada uma das prioridades da autarquia na região, dado o constante estrangulamento no tráfego naquele ponto. “Trabalhamos com a meta de lançar a licitação dentro de 15 dias”, frisa Casa, evitando falar sobre valores da obra.
Empresários elogiam decisão
“Os moradores de Nova Santa Rita são os maiores prejudicados pelos constantes engarrafamentos naquele trecho e essa duplicação é algo aguardado por nós há muito”, enfatiza o presidente da Acisa, Sérgio Augusto Menezes. Para o presidente do Simecan Roberto Machemer todo o investimento neste sentido deve ser saudado. ‘‘Quanto à execução da obra, se houver a participação de empresas locais, certamente representará um ganho para toda a economia da região.”
Média de 25 mil carros por dia
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal de Montenegro, responsável pelo patrulhamento no trecho, uma média de 25 mil veículos circula diariamente no km 442 da 386, nos dois sentidos.Aproximidade de Canoas e do Polo Petroquímico de Triunfo são referenciais, segundo a PRF, para esse montante de veículos e o tráfego pesado de caminhões.A expectativa do órgão é de que a duplicação do viaduto, além de melhorar o fluxo do tráfego em toda a extensão da rodovia, seja um vetor de redução no número de acidentes.
Empresários elogiam decisão
“Os moradores de Nova Santa Rita são os maiores prejudicados pelos constantes engarrafamentos naquele trecho e essa duplicação é algo aguardado por nós há muito”, enfatiza o presidente da Acisa, Sérgio Augusto Menezes. Para o presidente do Simecan Roberto Machemer todo o investimento neste sentido deve ser saudado. ‘‘Quanto à execução da obra, se houver a participação de empresas locais, certamente representará um ganho para toda a economia da região.”
Média de 25 mil carros por dia
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal de Montenegro, responsável pelo patrulhamento no trecho, uma média de 25 mil veículos circula diariamente no km 442 da 386, nos dois sentidos.Aproximidade de Canoas e do Polo Petroquímico de Triunfo são referenciais, segundo a PRF, para esse montante de veículos e o tráfego pesado de caminhões.A expectativa do órgão é de que a duplicação do viaduto, além de melhorar o fluxo do tráfego em toda a extensão da rodovia, seja um vetor de redução no número de acidentes.
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