Se tudo correr nos trilhos, no primeiro semestre de 2012 os passageiros que chegarem a Porto Alegre pelo Aeroporto Salgado Filho poderão utilizar um sistema de transporte quase inédito no Brasil: o aeromóvel. Até então deverá estar concluída a obra do elevado e das estações desse veículo, que ligará o terminal aeroviário 1 e a estação Aeroporto da Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre (Trensurb).
Estão sendo investidos 29,9 milhões de reais no projeto, classificado como uma das obras de mobilidade urbana que preparam a capital gaúcha para, entre outros eventos, receber os jogos da Copa do Mundo de 2014. O governo federal considera o aeromóvel uma opção de acesso aos aeroportos.No caso de Porto Alegre, a conexão entre o terminal aéreo e a estação de trens deverá facilitar o deslocamento de turistas até a região central.
Dois veículos (um com capacidade para 150 passageiros e outro, para 300) farão o percurso em 90 segundos. Nas extremidades do trajeto serão construídas estações de dimensões distintas. Junto ao aeroporto, estará a maior, com quase 500 metros quadrados; perto da gare, a parada terá pouco mais de 250 metros quadrados.
Ambos os prédios foram desenhados pelo escritório do arquiteto Ado Azevedo, do Rio de Janeiro. O projeto executivo foi desenvolvido pelo escritório Obino Souza Pinto Arquitetura e Urbanismo, de Porto Alegre, também responsável pela concepção arquitetônica da via elevada.
Azevedo empregou estrutura metálica, concreto e vidro, procurando dar às estações formas que lembrassem o movimento do vento. Com essa abordagem, ele quis associar a proposta arquitetônica à tecnologia empregada, pois os veículos vão se deslocar pela movimentação de ar, insuflado por dutos dispostos no interior das vigas que são parte do traçado do elevado. O ar injetado impulsiona aletas na parte inferior do aeromóvel, movimentando-o.
O pai do aeromóvel é Oskar Coester, empresário que há quase meio século pesquisa soluções para o transporte urbano. Sua primeira versão do veículo foi igualmente implantada na capital gaúcha e revelada ao leitores de PROJETO DESIGN em setembro de 1983.
“Gaúchos criam revolucionário sistema de transporte” era o título da reportagem e também uma das chamadas de capa da edição 55. Passadas quase três décadas, a ideia de Coester está se consolidando em outra parte daquela cidade.
Autoridades estiveram presentes na solenidade de início das obras. Não há notícia de que Levy Fidelix, presidente do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), tivesse sido convidado. Deveria, dada sua familiaridade com o tema. O aerotrem, mote de suas campanhas eleitorais, é uma espécie de parente do aeromóvel. Que seja então feito o convite para a inauguração.
Por http://www.mobilize.org.br/noticias em 11.01.2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Idealizador do aeromóvel em Porto Alegre quer realizar sonho
Inventor do protótipo destaca as dificuldades naturais de se implantar novas ideias.
Uma vez ou outra, Oskar Coester imagina a inauguração do aeromóvel. Em um dia de sol e céu azul, o presidente da República e outras autoridades mostram-se admirados com a invenção. Balões que saem de dentro do veículo dão as boas-vindas aos primeiros passageiros. Não é um sonho, mas sim a lembrança de um momento que Coester espera reviver em breve. É desta forma que ele descreve a inauguração do aeromóvel de Jacarta, na Indonésia, no dia 20 de abril de 1989. "Foi um dia inesquecível para mim", recorda.
A emoção foi grande, mas não se compara à abertura do aeromóvel do Aeroporto Salgado Filho, marcada para ocorrer ainda este ano. Pela primeira vez, o sistema de transporte inventado no Rio Grande do Sul vai operar comercialmente no seu estado de origem. "Estou com 73 anos, pode ser que eu nem viva mais. Mas parece que esse do aeroporto eu vou ver andar", comenta o empresário responsável pelo sistema de transporte.
A linha experimental, instalada na avenida Loureiro da Silva em 1982, ficou inacabada depois que o governo federal cortou o apoio ao projeto, em setembro do mesmo ano. Após três décadas, Coester acredita que o fato de o aeromóvel não estar presente em outros locais do Brasil e do mundo não é sinal de fracasso. "O que acontece em uma cidade não é atribuição nossa. Não temos ingerência", observa. Parte do resultado ele atribui a uma dificuldade natural em implantar novas ideias. E dá um exemplo: "Quando eu estava na escola, havia o pensamento de que o ultrassom gerado pelas turbinas iria inibir as galinhas de botar ovo e as vacas de dar leite".
Gaúcho de Pelotas, Coester trabalhou como funcionário da Varig na década de 1960. Nesta época, começou a pensar no desafio cada vez maior de se locomover nas grandes cidades. "Você vai daqui ao Aeroporto Salgado Filho e leva mais tempo (no deslocamento) do que do aeroporto a Guarulhos", explica. Nasceu assim o conceito de um transporte em via elevada que ignorasse os obstáculos de ruas e avenidas. Para movimentar o veículo, Coester utilizou o princípio de um barco a vela ao contrário. A pressão, a direção e a velocidade são controladas por meio de ventiladores estacionários. O inventor, que nunca concluiu um curso superior, aliou a eficiência do transporte ferroviário ao conceito de aviação de leveza.
O peso do protótipo instalado na linha experimental, com dez toneladas, é pelo menos cinco vezes menor do que um veículo ferroviário convencional.
O aeromóvel destinado à linha do aeroporto está sendo construído por uma empresa do Rio de Janeiro e pesa sete toneladas. Na década de 1980, testes do Ministério dos Transportes apontaram um consumo de 32 watts por passageiro a cada quilômetro percorrido, enquanto o ônibus gastou o dobro de energia. "Você paga pelo peso que movimenta", diz Coester. Para construir uma linha de aeromóvel, são necessários 20 milhões de dólares por quilômetro - pelo menos três vezes menos do que o transporte ferroviário convencional, diz Coester. Já o custo de manutenção é calculado em 1 milhão de dólares por ano.
Gaúcho critica projeto
Um gaúcho foi o responsável por desenvolver o aeromóvel, e outro, pelo seu declínio. Quando assumiu o Ministério dos Transportes, em 1982, Cloraldino Severo, nascido em Uruguaiana, interrompeu o apoio do governo federal à iniciativa. Inicialmente, o projeto havia contado com o apoio da antiga Empresa Brasileira de Transporte Urbano (EBTU), que investiu cerca de 4 milhões de dólares. Enquanto permaneceu no ministério, até 1985, Severo inaugurou obras importantes no Rio Grande do Sul, mas, após 27 anos, ele ainda sofre críticas pela obra que deixou de fazer. E não se arrepende.
"Não se tratava de capricho pessoal ou teimosia. Eu estava respaldado por profundas análises de institutos técnicos, consultores e organizações do ministério, professores respeitáveis e pela minha análise de profissional reconhecido na área de transportes urbanos do país", justifica Severo, hoje com 73 anos. Seu principal argumento é que, desde que o projeto original foi arquivado, não houve quem investisse no novo modelo de transporte. "Passaram-se mais de 20 anos e ninguém implantou o aeromóvel. Nem mesmo no exterior, para onde tantas vezes nos disseram que iriam vendê-lo, o projeto foi comprado. Por certo não foi porque o ministro Cloraldino foi contra", diz. Para ele, o investimento em uma linha Centro/Zona Sul não se justifica em razão de o transporte público já apresentar opções neste trecho. "Essa demanda é atendida muito bem por táxis e transporte públicos", observa. Severo diz que a zona Sul da Capital requer uma intervenção na mobilidade urbana, mas voltada ao estímulo de outro veículo: a bicicleta.
Na Indonésia, funciona em parque
O único aeromóvel em funcionamento está localizado do outro lado do mundo. Fica em Jacarta, na Indonésia, e é utilizado apenas por visitantes de um parque temático. Para especialistas em trânsito, a ausência de testes eficazes com o transporte de massa gera dúvidas sobre a viabilidade do investimento.
Higiênico, confiável, sem trepidações e com frequência mais regular. Segundo o engenheiro Mauri Panitz, ex-diretor técnico da Secretaria de Infraestrutura e Logística, estas são algumas das vantagens que o aeromóvel poderá propiciar aos usuários. "Todo transporte sobre trilhos é mais confortável do que o rodoviário", avalia. Entre os pontos positivos, ele cita, ainda, a energia limpa e o desenvolvimento de uma tecnologia própria. O engenheiro aconselha, contudo, que, antes da implantação de uma linha extensa, o veículo passe por um período de observação.
Por http://www.correiodopovo.com.br/Noticias EM 07.02.2012
Uma vez ou outra, Oskar Coester imagina a inauguração do aeromóvel. Em um dia de sol e céu azul, o presidente da República e outras autoridades mostram-se admirados com a invenção. Balões que saem de dentro do veículo dão as boas-vindas aos primeiros passageiros. Não é um sonho, mas sim a lembrança de um momento que Coester espera reviver em breve. É desta forma que ele descreve a inauguração do aeromóvel de Jacarta, na Indonésia, no dia 20 de abril de 1989. "Foi um dia inesquecível para mim", recorda.
A emoção foi grande, mas não se compara à abertura do aeromóvel do Aeroporto Salgado Filho, marcada para ocorrer ainda este ano. Pela primeira vez, o sistema de transporte inventado no Rio Grande do Sul vai operar comercialmente no seu estado de origem. "Estou com 73 anos, pode ser que eu nem viva mais. Mas parece que esse do aeroporto eu vou ver andar", comenta o empresário responsável pelo sistema de transporte.
A linha experimental, instalada na avenida Loureiro da Silva em 1982, ficou inacabada depois que o governo federal cortou o apoio ao projeto, em setembro do mesmo ano. Após três décadas, Coester acredita que o fato de o aeromóvel não estar presente em outros locais do Brasil e do mundo não é sinal de fracasso. "O que acontece em uma cidade não é atribuição nossa. Não temos ingerência", observa. Parte do resultado ele atribui a uma dificuldade natural em implantar novas ideias. E dá um exemplo: "Quando eu estava na escola, havia o pensamento de que o ultrassom gerado pelas turbinas iria inibir as galinhas de botar ovo e as vacas de dar leite".
Gaúcho de Pelotas, Coester trabalhou como funcionário da Varig na década de 1960. Nesta época, começou a pensar no desafio cada vez maior de se locomover nas grandes cidades. "Você vai daqui ao Aeroporto Salgado Filho e leva mais tempo (no deslocamento) do que do aeroporto a Guarulhos", explica. Nasceu assim o conceito de um transporte em via elevada que ignorasse os obstáculos de ruas e avenidas. Para movimentar o veículo, Coester utilizou o princípio de um barco a vela ao contrário. A pressão, a direção e a velocidade são controladas por meio de ventiladores estacionários. O inventor, que nunca concluiu um curso superior, aliou a eficiência do transporte ferroviário ao conceito de aviação de leveza.
O peso do protótipo instalado na linha experimental, com dez toneladas, é pelo menos cinco vezes menor do que um veículo ferroviário convencional.
O aeromóvel destinado à linha do aeroporto está sendo construído por uma empresa do Rio de Janeiro e pesa sete toneladas. Na década de 1980, testes do Ministério dos Transportes apontaram um consumo de 32 watts por passageiro a cada quilômetro percorrido, enquanto o ônibus gastou o dobro de energia. "Você paga pelo peso que movimenta", diz Coester. Para construir uma linha de aeromóvel, são necessários 20 milhões de dólares por quilômetro - pelo menos três vezes menos do que o transporte ferroviário convencional, diz Coester. Já o custo de manutenção é calculado em 1 milhão de dólares por ano.
Gaúcho critica projeto
Um gaúcho foi o responsável por desenvolver o aeromóvel, e outro, pelo seu declínio. Quando assumiu o Ministério dos Transportes, em 1982, Cloraldino Severo, nascido em Uruguaiana, interrompeu o apoio do governo federal à iniciativa. Inicialmente, o projeto havia contado com o apoio da antiga Empresa Brasileira de Transporte Urbano (EBTU), que investiu cerca de 4 milhões de dólares. Enquanto permaneceu no ministério, até 1985, Severo inaugurou obras importantes no Rio Grande do Sul, mas, após 27 anos, ele ainda sofre críticas pela obra que deixou de fazer. E não se arrepende.
"Não se tratava de capricho pessoal ou teimosia. Eu estava respaldado por profundas análises de institutos técnicos, consultores e organizações do ministério, professores respeitáveis e pela minha análise de profissional reconhecido na área de transportes urbanos do país", justifica Severo, hoje com 73 anos. Seu principal argumento é que, desde que o projeto original foi arquivado, não houve quem investisse no novo modelo de transporte. "Passaram-se mais de 20 anos e ninguém implantou o aeromóvel. Nem mesmo no exterior, para onde tantas vezes nos disseram que iriam vendê-lo, o projeto foi comprado. Por certo não foi porque o ministro Cloraldino foi contra", diz. Para ele, o investimento em uma linha Centro/Zona Sul não se justifica em razão de o transporte público já apresentar opções neste trecho. "Essa demanda é atendida muito bem por táxis e transporte públicos", observa. Severo diz que a zona Sul da Capital requer uma intervenção na mobilidade urbana, mas voltada ao estímulo de outro veículo: a bicicleta.
Na Indonésia, funciona em parque
O único aeromóvel em funcionamento está localizado do outro lado do mundo. Fica em Jacarta, na Indonésia, e é utilizado apenas por visitantes de um parque temático. Para especialistas em trânsito, a ausência de testes eficazes com o transporte de massa gera dúvidas sobre a viabilidade do investimento.
Higiênico, confiável, sem trepidações e com frequência mais regular. Segundo o engenheiro Mauri Panitz, ex-diretor técnico da Secretaria de Infraestrutura e Logística, estas são algumas das vantagens que o aeromóvel poderá propiciar aos usuários. "Todo transporte sobre trilhos é mais confortável do que o rodoviário", avalia. Entre os pontos positivos, ele cita, ainda, a energia limpa e o desenvolvimento de uma tecnologia própria. O engenheiro aconselha, contudo, que, antes da implantação de uma linha extensa, o veículo passe por um período de observação.
Por http://www.correiodopovo.com.br/Noticias EM 07.02.2012
Aeromovel ligará Estação Trensurb ao Aeroporto Salgado Filho em Porto Alegre
A Região Metropolitana de Porto Alegre recebe uma nova e moderna
opção de transporte público. A instalação do Aeromovel que ligará
a Estação Trensurb ao Aeroporto Salgado Filho é a primeira obra
de infraestrutura com recursos liberados pelo Governo Federal
para a Copa do Mundo de Futebol 2014 e deverá entrar em operação
no segundo semestre de 2011.
Orçado em R$ 29,8 milhões, o projeto usa tecnologia 100% nacional
e será totalmente desenvolvido no Rio Grande do Sul.
Os veículos suspensos, movidos a ar, permitirão integração e acesso rápido
e direto dos usuários ao terminal. O trajeto de 944 metros,
com duas estações de embarque, será percorrido em 90 segundos.
A linha contará com dois veículos, um com capacidade para 150 passageiros
e outro para 300. A escolha de qual carro estará em funcionamento
dependerá da demanda do período.
Por http://sortimentos.com
opção de transporte público. A instalação do Aeromovel que ligará
a Estação Trensurb ao Aeroporto Salgado Filho é a primeira obra
de infraestrutura com recursos liberados pelo Governo Federal
para a Copa do Mundo de Futebol 2014 e deverá entrar em operação
no segundo semestre de 2011.
Orçado em R$ 29,8 milhões, o projeto usa tecnologia 100% nacional
e será totalmente desenvolvido no Rio Grande do Sul.
Os veículos suspensos, movidos a ar, permitirão integração e acesso rápido
e direto dos usuários ao terminal. O trajeto de 944 metros,
com duas estações de embarque, será percorrido em 90 segundos.
A linha contará com dois veículos, um com capacidade para 150 passageiros
e outro para 300. A escolha de qual carro estará em funcionamento
dependerá da demanda do período.
Por http://sortimentos.com
Trensurb tem novo Superintendente Comercial
Aldir Seifried é o novo titular da Superintendência de Desenvolvimento Comercial (Sudec) da empresa.
A Trensurb tem um novo titular na Superintendência de Desenvolvimento Comercial (Sudec): Aldir Seifried, 51 anos, é administrador de empresas formado pela Fapa, com cursos de pós-graduação em Gestão de Projetos (ESPM), Gestão em Administração Pública (Universidade Castelo Branco) e Engenharia da Produção e Transporte (UFRGS). Metroviário desde 1984, ele ocupava o cargo de consultor especial, coordenando a implantação da bilhetagem eletrônica da Trensurb.
Tem, em seu currículo, passagens pela coordenação do projeto Linha Rápida, da Secretaria da Coordenação e Planejamento do Estado do Rio Grande do Sul, e pela Gerência de Planejamento e Marketing da Trensurb.
“Vamos procurar dar continuidade ao trabalho realizado e fazer com que a Sudec posso contribuir da melhor maneira possível para o plano de negócios da empresa, atendendo aos seus objetivos estratégicos”, afirma Seifried.
A principal diretriz da Superintendência é incrementar a receita comercial da empresa – através de permissão de uso de lojas e quiosques, publicidade em trens, estações e outdoors, etc. – para elevar a taxa de cobertura, diminuindo a necessidade de subvenção do governo federal.
O superintendente até então, Edson Carlos Ferreira dos Santos, sociólogo, que assumira a Sudec em junho de 2011, passa a ocupar o cargo de consultor especial, coordenando a elaboração de projetos estruturais relacionados a empreendimentos comerciais e, ainda, aqueles ligados à Copa do Mundo de 2014.
Foto: Marco Pecker, da Trensurb por http://www.trensurb.gov.br em 29.3.2012
A Trensurb tem um novo titular na Superintendência de Desenvolvimento Comercial (Sudec): Aldir Seifried, 51 anos, é administrador de empresas formado pela Fapa, com cursos de pós-graduação em Gestão de Projetos (ESPM), Gestão em Administração Pública (Universidade Castelo Branco) e Engenharia da Produção e Transporte (UFRGS). Metroviário desde 1984, ele ocupava o cargo de consultor especial, coordenando a implantação da bilhetagem eletrônica da Trensurb.
Tem, em seu currículo, passagens pela coordenação do projeto Linha Rápida, da Secretaria da Coordenação e Planejamento do Estado do Rio Grande do Sul, e pela Gerência de Planejamento e Marketing da Trensurb.
“Vamos procurar dar continuidade ao trabalho realizado e fazer com que a Sudec posso contribuir da melhor maneira possível para o plano de negócios da empresa, atendendo aos seus objetivos estratégicos”, afirma Seifried.
A principal diretriz da Superintendência é incrementar a receita comercial da empresa – através de permissão de uso de lojas e quiosques, publicidade em trens, estações e outdoors, etc. – para elevar a taxa de cobertura, diminuindo a necessidade de subvenção do governo federal.
O superintendente até então, Edson Carlos Ferreira dos Santos, sociólogo, que assumira a Sudec em junho de 2011, passa a ocupar o cargo de consultor especial, coordenando a elaboração de projetos estruturais relacionados a empreendimentos comerciais e, ainda, aqueles ligados à Copa do Mundo de 2014.
Foto: Marco Pecker, da Trensurb por http://www.trensurb.gov.br em 29.3.2012
Controle sobre veículos na região metropolitana
Uma iniciativa do Consórcio Metropolitano, em parceria com a Secretaria Estadual de Segurança (que inclui Polícia Civil e Brigada Militar) e Polícia Rodoviária Federal, estudará o comportamento de veículos que trafegam em pontos de entrada e saída de 13 municípios gaúchos. O projeto, chamado provisoriamente de Cerca Eletrônica, será lançado no dia 3, às 9 horas, no Palácio Piratini, com a presença do governador Tarso Genro, o Prefeito de Canoas e presidente do Consórcio, Jairo Jorge, e demais integrantes.
O diretor do Consórcio, Alberto Kopttike, explica que o sistema contará com 290 câmeras, para identificação das placas e o cruzamento de informações - como o tempo de permanência em determinado local e a sequência de vezes em que se esteve lá.
A primeira fase do projeto, prevista para iniciar até o final do ano, contará com 110 câmeras em pontos de entrada e saída de Porto Alegre, Canoas, Cachoeirinha, Gravataí, Viamão e Alvorada. Na sequência, devem ser instalados mais equipamentos em Esteio, Sapucaia do Sul, São Leopoldo e Novo Hamburgo. Na última fase está prevista a inclusão do monitoramento em Nova Santa Rita, Glorinha e Santo Antônio da Patrulha.
Por Jornal Di[ário de Canoas em 02.4.2012
O diretor do Consórcio, Alberto Kopttike, explica que o sistema contará com 290 câmeras, para identificação das placas e o cruzamento de informações - como o tempo de permanência em determinado local e a sequência de vezes em que se esteve lá.
A primeira fase do projeto, prevista para iniciar até o final do ano, contará com 110 câmeras em pontos de entrada e saída de Porto Alegre, Canoas, Cachoeirinha, Gravataí, Viamão e Alvorada. Na sequência, devem ser instalados mais equipamentos em Esteio, Sapucaia do Sul, São Leopoldo e Novo Hamburgo. Na última fase está prevista a inclusão do monitoramento em Nova Santa Rita, Glorinha e Santo Antônio da Patrulha.
Por Jornal Di[ário de Canoas em 02.4.2012
Sete câmeras em Canoas na rodovia BR-116
Sete das 24 câmeras fixas da Polícia Rodoviária Federal fazem o monitoramento da BR-116, em Canoas. Conforme o inspetor Leandro Maciel, da Sessão de Policiamento e Fiscalização, da 9ª Superintendência Regional da PRF, o sistema está em funcionamento no trecho há um ano, com dezenas de autuações diárias de infratores desde 29 de setembro. “Eventualmente algum equipamento pode sair do ar, em vista de problemas técnicos eventuais”, explica ele, informando que a manutenção ocorre quando algum equipamento está fora do ar. “Eles dispõem de dispositivos, como sistema autolimpante, que dispensam manutenção preventiva”, completa.
Ele relata que diariamente há a intervenção do sistema tanto na visualização de acidentes e panes em veículos, como a infratores e quaisquer atitudes suspeitas às margens da rodovia.
Por Jornal Diário de Canoas em 02.4.2012
Ele relata que diariamente há a intervenção do sistema tanto na visualização de acidentes e panes em veículos, como a infratores e quaisquer atitudes suspeitas às margens da rodovia.
Por Jornal Diário de Canoas em 02.4.2012
Colisão entre dois carros na BR-116 causa lentidão em Canoas
Por causa do acidente, o congestionamneto era de cerca de dez quilômetros às 7 horas da manhã.
Um acidente entre dois veículos causou transtornos no início da manhã na BR-116 em Canoas. Por volta das 6 horas, uma Brasília colidiu com uma caminhonete Saveiro no km 270, na divisa entre Canoas e Porto Alegre. Ninguém ficou ferido. Por causa da colisão, o congestionamneto era de cerca de dez quilômetros às 7 horas da manhã. Em decorrência da retirada dos carros, a rodovia chegou a ficar totalmente bloqueada, mas foi liberada por volta das 7 horas. Apesar da liberação do trecho, a lentidão se estendeu ao longo da rodovia em Canoas.
Por Diário de Canoas em 02.4.2012
Um acidente entre dois veículos causou transtornos no início da manhã na BR-116 em Canoas. Por volta das 6 horas, uma Brasília colidiu com uma caminhonete Saveiro no km 270, na divisa entre Canoas e Porto Alegre. Ninguém ficou ferido. Por causa da colisão, o congestionamneto era de cerca de dez quilômetros às 7 horas da manhã. Em decorrência da retirada dos carros, a rodovia chegou a ficar totalmente bloqueada, mas foi liberada por volta das 7 horas. Apesar da liberação do trecho, a lentidão se estendeu ao longo da rodovia em Canoas.
Por Diário de Canoas em 02.4.2012
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