sexta-feira, 14 de março de 2014

Adiada entrega de mais trechos duplicados da RS-118

Os usuários da RS-118 vão ter que esperar mais um pouco para poder trafegar em novos trechos de pista nova. O Governo gaúcho pretendia entregar mais quatro quilômetros no mês de março. A negociação na aprovação de aditivos nos contratos, o período de férias e os entraves históricos dessas licitações, que chegam a ter mais de dez anos, prejudicou esse planejamento.
Agora, a ideia é que as obras dos trechos que faltam para que três quilômetros sejam concluídas neste mês. Porém, ainda será necessário realizar a pintura e sinalização. Dessa forma, a primeira liberação de pista nova em Gravataí ficará para o mês de abril. Em junho, a intenção é ter, pelo menos, mais um quilômetro pronto no trecho de Sapucaia do Sul. Ele se somaria aos dois quilômetros liberados em setembro do ano passado, do quilômetro 6,5 ao 8,5, entre o Arroio Sapucaia e a empresa Bettanin. Por http://wp.clicrbs.com.br/estamosemobras em 14.3.2014

quarta-feira, 12 de março de 2014

Definidos vencedores de todos os lotes da licitação da duplicação da BR-290

Um ano depois da publicação da concorrência que irá duplicar a BR-290, entre Eldorado do Sul e Pantano Grande, a Comissão de Licitação do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) conseguiu concluir o processo de classificação das empresas vencedoras. O lote três era o único que permanecia em aberto. O consórcio de empresas Trier – Ctesa – Prodec foi anunciado, nessa terça-feira, dia 18, como o vencedor do lote. Agora, o Dnit aguarda que a empresa apresenta as garantias contratuais para poder assinar o contrato. O contrato do lote um deve ser assinado ainda nesta semana.
Os lotes dois e quatro já foram assinados. A solenidade ocorreu no dia 20 de dezembro de 2013, no mesmo dia da inauguração da Rodovia do Parque. A ordem de serviço, para início dos trabalhos, deve ocorrer na próxima semana. A partir da ordem de serviço, as empresas têm cinco meses para realizar o projeto básico da duplicação. A expectativa é que as obras possam começar no segundo semestre de 2014. Os demais três anos serão para elaboração do projeto executivo e realização das obras. Para realizar a obra, a Fundação Nacional do Índio (Funai) terá que ser acionada, pois será necessário transferir índios, que hoje moram às margens da rodovia. A licitação para contratação das empresas que vão executar as obras de duplicação da BR-290, entre Eldorado do Sul e Pantano Grande, foi retomada em setembro de 2013. A concorrência havia sido suspensa em junho do mesmo ano, em razão da greve dos servidores do Dnit. Em maio do ano passado, as construtoras interessadas apresentaram as primeiras ofertas. Prometida para 2012, a licitação para duplicação de 115 quilômetros da BR-290, foi publicada no Diário Oficial da União no dia 31 de janeiro deste ano. Ela irá custar R$ 583,55 milhões. As vencedoras ficarão responsáveis pela realização dos projetos básico e executivo, além da execução das obras de duplicação da rodovia. Vencedores da licitação: Lote 01 = Consórcio Bolognesi – Conterra – Magna = R$ 151 milhões (valor da obra) Lote 02 = Consórcio TB – ECB – ETEL = R$ 172,5 milhões (valor da obra) Lote 03 = Consórcio Trier – Ctesa – Prodec = R$ 130,9 milhões (valor da obra) Lote 04 = Consórcio Equipav – CSL – Esteio = R$ 129,15 milhões (valor da obra) A obra foi dividida em quatro lotes: Lote 01 = Extensão de 29,70 quilômetros, entre o km 112,3 e o km 142; Lote 02 = Extensão de 30,08 quilômetros, entre o km 142 e o km 172,08; Lote 03 = Extensão de 27,03 quilômetros, entre o km 172 e o km 199,03; Lote 04 = Extensão de 28,70 quilômetros, entre o km 199,3 e o km 228. Por http://wp.clicrbs.com.br/estamosemobras em 19.02.2014

terça-feira, 11 de março de 2014

Estado acena com licitação da 010 para julho 2014

Pelo menos cinco estudos de impacto da obra já estão sendo feitos pelo Piratini. Porto Alegre – Alternativa de desafogo para a BR-116 e de crescimento socioeconômico para toda a região metropolitana e Vale do Sinos, a RS-010 (Rodovia do Progresso) se mantém viva na pauta do governo Tarso Genro. “A ideia é lançar a licitação em julho”, sintetiza o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, João Victor Domingues, que acena com novidades para os próximos dias. Ele, assim como o titular da pasta do Planejamento, João Motta, vivem quase que diariamente a pressão de tirar a tão esperada obra do papel após o governador exigir, no início deste ano, uma solução final ao imbróglio, que se arrasta desde o término da gestão Yeda Crusius, quando a rodovia foi anunciada na modelagem de Parceria Público-Privada (PPP) e depois suspensa por “insegurança jurídica”. A principal pedra no caminho do progresso, e que impediu a licitação antes prevista para janeiro, é o descompasso entre o Estado e a Construtora Odebrecht, autora do projeto e das revisões, quanto ao valor das desapropriações nos Lotes 1 e 2, entre Porto Alegre e Novo Hamburgo, orçadas em mais de R$ 150 milhões. Nesse sentido, em fevereiro último Tarso chegou a declarar que o Palácio Piratini espera também pela reestruturação da dívida dos estados - a ser votada em abril no Senado - para analisar se o empreendimento poderia ser feito em PPP ou através de investimentos próprios, buscados com a abertura de espaço fiscal de R$ 2,1 bilhão advindo da reestruturação. Estudos de antecipação Enquanto não decide a modelagem de negócio para a RS-010, o Estado trata de antecipar-se em pontos que considera entraves ao projeto e que também ajudarão a dimensionar o impacto total da obra. Autorizou estudos que compreendem a contratação de projeto básico de engenharia para a RS-449 (ligação da RS-010 com a RS-122); a mensuração do Volume Diário Médio (VDM) da BR-448, a ser concluída em abril; e estudo de impacto ambiental para a Rodovia do Progresso. Na mesma panela, estão trabalhos de topografia e sondagem de solo e um levantamento, sob responsabilidade da canoense Unilasalle, sobre o potencial de desenvolvimento socioeconômico da futura estrada. Por http://www.diariodecanoas.com.br em 06.3.2014

Com Rodovia do Parque, tempo de viagem pela BR-116 diminui pela metade

Nova rota consegue cumprir com a incumbência de desviar 40% do tráfego da rodovia vizinha. A duração da viagem entre o Vale do Sinos e Porto Alegre pela BR-116 caiu quase pela metade, sob o efeito da Rodovia do Parque (BR-448) como alternativa ao trânsito. Essa foi a principal constatação feita por Zero Hora na manhã da última segunda-feira, ao percorrer as duas estradas e comparar com o tempo de deslocamento antes da inauguração da BR-448, ocorrida em 20 de dezembro de 2013, e aberta ao tráfego dois dias depois. Passado o Carnaval e o período de férias mais disputado, que afetaram a movimentação nas estradas gaúchas, a nova opção de trajeto entre a Capital e o Vale do Sinos sugou parte do fluxo e possibilitou o percurso na BR-116 em 48 minutos, entre 7h15min e 8h03min da antiga prefeitura de São Leopoldo até o Paço Municipal de Porto Alegre. Foram 41 minutos a menos do que no deslocamento feito entre as 7h15min e as 8h44min no dia 16 de dezembro de 2013, antes da inauguração da Rodovia do Parque.
Mesmo sendo possível transitar por boa extensão da BR-116 a 80 km/h, a velocidade média foi reduzida por causa dos pontos que ainda congestionam, alguns comuns às duas BRs, como a região da freeway em frente à Arena do Grêmio e a Avenida Castelo Branco, na Capital. Se no ano passado a velocidade média foi de 23 km/h, agora aumentou para 43 km/h, mas ainda muito aquém do máximo permitido na maior parte dos trechos, de 80 km/h. Quer dizer, a fluidez do trânsito na BR-116 e ao sair dela e da Rodovia do Parque em Porto Alegre ainda poderia melhorar muito. Na Rodovia do Parque, a fluidez é exemplar e, ao que tudo indica, ela está conseguindo cumprir com a incumbência de desviar 40% do tráfego da rodovia vizinha. Ontem pela manhã, não havia nenhum ponto de congestionamento, e os motoristas conseguiam acelerar no limite da estrada, a 100 km/h. Os 22,3 quilômetros entre Sapucaia do Sul e Porto Alegre foram percorridos em 18 minutos pela reportagem, a uma velocidade média de 74 km/h. Já o trajeto total, da prefeitura velha de São Leopoldo ao Paço Municipal da Capital, levou 46 minutos — somente dois minutos a menos do que a equipe que seguiu pela BR-116, o que comprova a existência do gargalo a partir da Arena. ma das vantagens da BR-448 apontada por usuários de automóveis é a presença restrita de veículos pesados, como caminhões, ao contrário do que ocorre na BR-116. No horário em que a reportagem fez o trajeto pela BR-448, entre as 7h22min e as 7h40min de ontem, apenas cinco caminhões passaram pelo carro de Zero Hora. Uma das explicações para o tráfego reduzido de caminhões se dá pelo fato de a BR-448 passar ao largo dos municípios de Sapucaia do Sul, Esteio e Canoas. Não proporcionando uma ligação com os centros das cidades, a rodovia não se torna alternativa para quem for acessar esses locais. É opção, principalmente, para quem se desloca para a Capital e o sul do Estado. O que ainda pode mudar. — Creio que é uma questão de tempo até esse motorista ter a 448 como opção — avalia o policial rodoviário João Francisco de Oliveira. Motoristas reclamam de dificuldade nos acessos da BR-448 Ainda que a fluidez na BR-448 seja exemplar, a rodovia não é unanimidade entre os motoristas. Para os usuários que optam pela estrada, o percurso rápido entre a Capital e o Vale do Sinos e o número reduzido de caminhões é frustrado por acessos limitados, que exigem paciência dos motoristas. Há quase uma década deslocando-se diariamente até Porto Alegre, saindo de Novo Hamburgo, o empresário Vinicius Copetti afirma que a BR-448 é uma "calmaria dentro do mar de congestionamento" do entorno. — Há dias em que chego a levar 20 minutos da BR-448 até a BR-116, em Sapucaia — conta. Os acessos à rodovia são, de fato, o maior problema, principalmente nos horários de movimento acentuado, como nas primeiras horas da manhã e no final de tarde. Para quem sai do Vale do Sinos, é preciso muita paciência sobre o viaduto que liga a BR-448 à freeway. Dependendo do horário, o trajeto até a prefeitura da Capital pode durar mais de 20 minutos. São pelo menos três acessos que seguem fechados após a entrega da estrada: ao centro de Canoas, ao Parque de Exposições Assis Brasil (Esteio) e à praia de Paquetá. Zero Hora contatou o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) por telefone e e-mail para saber quando os acessos deverão estar concluídos. Até o fechamento desta edição, o Dnit não havia respondido. No sentido contrário, o acesso pela freeway é dificultado no fim de tarde, devido ao movimento acentuado na Avenida Castelo Branco. Depois de cruzada a ponte estaiada, em frente à Arena do Grêmio, o trajeto pela Rodovia do Parque é novamente tranquilo, mesmo que acentuado. O problema passa a ser o acesso à BR-116 em Sapucaia do Sul, onde está sendo construída uma elevada, prevista para estar concluída em junho. Outra questão levantada pelos usuários da rodovia é a má iluminação, principalmente no trecho de Canoas. Pouco depois de um mês da inauguração da obra, os 5,9 quilômetros que passam pelo município sofreram com a ação de assaltantes que furtaram fios de cobre. A iluminação da ponte estaiada também foi alvo dos bandidos. Conforme a PRF, o Dnit ainda estuda ações para coibir este tipo de crime. Detalhe ZH Na Rodovia do Parque, o problema é alta velocidade Desde sua inauguração, a alta velocidade é a principal infração observada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Rodovia do Parque (a BR-448). Segundo a corporação, a maioria dos acidentes registrados na BR-448 está relacionada à velocidade acima dos 100 km/h para veículos leves e 80 km/h para caminhões. A PRF, o Dnit e a prefeitura de Canoas estudam um projeto para instalação de câmeras de monitoramento ao longo da rodovia, mas ainda não há data prevista para o início das operações. Até lá, o que vale é o bom senso e a responsabilidade dos motoristas. — A BR-448 é uma via expressa, com asfalto novo e em ótimo estado, tudo que um motorista imprudente precisa — explica o policial rodoviário João Francisco de Oliveira. Por http://zerohora.clicrbs.com.br em 11.3.2014

segunda-feira, 10 de março de 2014

BR-116 está bloqueada em função de obras no viaduto de Sapucaia

Interrupção ocorreu das 8 às 12 horas no sentido interior-capital. Desvio será feito pela Rua Hugo Gerdau. Sapucaia do Sul - Começou ontem a colocação das últimas vigas no viaduto de Sapucaia do Sul. Foram içadas 20 vigas das 8 às 17 horas, o que fez com que o trânsito nesse trecho da BR-116 fosse interrompido por cerca de 20 minutos cada vez que uma peça era içada. Apesar disso, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), não houve congestionamento, apenas lentidão no fluxo nos momentos das interrupções.
Hoje, porém, a logística do trânsito na rodovia será diferente. Para a colocação das últimas sete vigas, será necessário bloquear por completo o fluxo no sentido interior-capital, das 8 às 12 horas. Isso significa que os condutores que estiverem indo em direção a Porto Alegre terão que fazer um desvio pela Rua Hugo Gerdau (junto ao viaduto), onde segue-se por cerca de 50 metros até a rótula, dobrando à esquerda, pegando a Avenida Pireli Sul, andando cerca de 300 metros e voltando para a BR-116. O comandante da Guarda Municipal de Sapucaia do Sul, Clovis Pereira, aconselha aos motoristas que entrem na Rua 20 deAgosto, ao lado do Zoológico, dobrando à esquerda na primeira rua, a Avenida Borges de Medeiros, seguindo pela Avenida Pireli Sul e retornando à BR-116. “Assim os motoristas têm mais uma alternativa, que acreditamos seja mais rápida e não deve gerar tanto trânsito’’, ressaltou. O desvio principal será sinalizado por cones da empresa. O engenheiro responsável pela obra, Mauro Silveira, avisa que em caso de chuva intensa o içamento será adiado para data ainda não definida. Segundo ele, a previsão de término da obra está mantida para junho. O viaduto está 85% concluído e, com as vigas desse final de semana, totalizam as 324 necessárias. Por http://www.diariodecanoas.com.br em 09.3.2014

Jovem morre ao colidir moto na traseira de ônibus na BR-116

São Leopoldo - Por volta das 10 horas deste sábado (8), um jovem de 19 anos morreu ao colidir a moto que conduzia na traseira de um ônibus, no quilômetro 243,5 da BR-116, no sentido interior-Capital, próximo ao viaduto da Scharlau, em São Leopoldo. Conforme a Polícia Rodoviária Federal, o coletivo da empresa Central estava estacionado na parada de ônibus para embarque e desembarque de passageiros, quando o condutor da motocicleta Yamaha YBR125 atingiu a traseira do coletivo. De acordo com a PRF, uma ambulância do Serviço Móvel de Urgência (Samu) chegou ao local em seguida, mas o jovem já estava morto. A PRF isolou a área até a chegada da perícia. A vítima tinha carteira de habilitação provisória. O ônibus atingido permanece no local. Após o acidente, os passageiros foram deslocados para outro coletivo da empresa e seguiram viagem. A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento de São Leopoldo. O trânsito no local não foi prejudicado, porque o acidente aconteceu na pista lateral, mantendo o acesso à rodovia liberado. Por http://www.diariodecanoas.com.br em 08.3.2014

Diretor-geral do Daer visita obras do viaduto Itacolomi da RS-118

Viaduto está com os pilares, as travessas dos pilares e a infraestrutura finalizados. O diretor-geral do Daer, Carlos Eduardo Vieira, acompanhado de técnicos das obras de arte especiais da Autarquia, visitou nesta sexta-feira (7) as obras do viaduto Itacolomi, na pista nova da RS-118. A equipe foi recebida pelo engenheiro responsável da obra, Nelson Vargas, da Construtora Premold. Localizado no município de Gravataí, o viaduto está com os pilares, as travessas dos pilares e a infraestrutura finalizados. Dois vãos da superestrutura estão em execução. Segundo Vieira, as obras estão em ritmo avançado e a previsão de conclusão é em até dois meses. Na ocasião, Vieira também discutiu a possibilidade de um desvio do trânsito para a liberação da obra do segundo viaduto Itacolomi na pista existente. Por http://www.diariodecanoas.com.br em 07.3.2014