quarta-feira, 29 de junho de 2011
Estudo do Dnit aponta traçado de quase três quilômetros da nova ponte do Guaíba
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) apresenta nos próximos dias ao ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, estudo que apontou traçado de 2,9 quilômetros de extensão da nova ponte do Guaíba.
O trajeto que teria acesso na Rua Dona Teodora, é considerado o mais viável para desatar o nó viário. O traçado escolhido é bastante semelhante ao previamente apresentado pela Concepa.
Considerada vital para alavancar o desenvolvimento do Rio Grande do Sul, a futura travessia não deve ficar pronta antes de 2015. O governo federal espera lançar em julho o edital de licitação do projeto da ponte. Na hipótese mais otimista, as obras teriam início em outubro de 2012, com previsão de três anos para serem concluídas.
O trajeto sugerido pelo Dnit fica a cerca de um quilômetro da estrutura atual e servirá de base para o projeto da obra. Dentro da proposta favorita, serão apresentadas duas opções ao Planalto.
Na primeira, com seis faixas (três em cada um dos dois sentidos), o custo estimado seria de R$ 1,16 bilhão. Já em uma versão alternativa mais compacta, com quatro faixas, o valor orçado é de R$ 808 milhões.
A opção sugerida pelos especialistas tem como ponto de partida a Rua Dona Teodora, que fica no limite dos bairros Farrapos e Navegantes, e segue em linha reta até a Ilha Grande dos Marinheiros. Antes da ponte sobre o Rio Jacuí, conecta-se à BR-116.
O traçado escolhido pelo Dnit não é o mais barato nem mesmo o mais rápido de ser executado, inclusive por exigir a construção de novas conexões no ponto de chegada, na Capital.
O diretor de Infraestrutura Terrestre do Dnit, Hideraldo Caron, enfatiza que a escolha do trecho se deu por uma questão logística. Segundo Caron, as demais alternativas analisadas, ainda que mais econômicas, não resolveriam o problema do trânsito na ligação entre Porto Alegre e a Metade Sul.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Começam as obras de construção do aeromovel em Porto Alegre
Obra vai ligar Estação Aeroporto da Trensurb ao Terminal 1 do Salgado Filho.
Os primeiros pilares da via elevada para o aeromovel fazer a ligação entre a Estação Aeroporto da Trensurb e o Terminal 1 do Salgado Filho chegaram na manhã do dia 22 ao canteiro de obras, que iniciou as atividades. São 50 pilares no total, sendo que 44 estão prontos e dois foram entregues, cada um com aproximadamente 12 toneladas.
Dois dos 44 pilares já concluídos foram descarregados no canteiro, com a presença do diretor-presidente da Trensurb Humberto Kasper, do superintendente de Desenvolvimento e Expansão Ernani Fagundes, além de técnicos e gestores da empresa de trens urbanos, da Aeromovel Brasil S.A. (responsável pelo pacote tecnológico e pela fiscalização das obras) e da Premold Ltda. (construtora contratada para realizar as obras do elevado). 50 pilares de aproximadamente 12 toneladas darão sustentação aos 998 metros de extensão da via.
“Este é o início oficial das atividades no canteiro de obras. Temos certeza que a Premold irá prestar os serviços contratados com muita qualidade e dentro do prazo estabelecido”, afirmou Humberto Kasper. A principal atividade a ser desenvolvida no canteiro é a fabricação das vigas-duto – termo cunhado por Kasper -, estruturas que além de terem função de vigas tradicionais, no caso da tecnologia Aeromovel, servem como dutos por onde passa o ar que impulsiona o veículo. Sidemar Francisco da Silva, gerente de Projetos e Obras da Trensurb e gestor do contrato do empreendimento, classifica as vigas como “a alma desta tecnologia”. Dentro de sessenta dias, elas começam a ser fabricadas.
Entre 27 e 30 de junho, ocorre o início da marcação da obra e da conferência de interferências, etapas preliminares ao estaqueamento, que deve começar em 15 dias. A estimativa é que 120 empregados estejam envolvidos diretamente nas obras do elevado, correspondendo à geração de 250 empregos indiretos. O prazo para a conclusão da via é o fim deste ano. A meta é que as primeiras operações assistidas do Aeromovel ocorram em janeiro de 2012.
Segundo o superintendente de Desenvolvimento e Expansão, Ernani Fagundes, em 15 dias as estacas já devem começar a ser colocadas. Cada pilar tem cerca de 20 estacas. Apesar da obra parecer complexa, o superintendente diz que ela é de fácil execução e rápida.
“É tudo pré-moldado e é apenas um quilômetro, isso para quem está tratando de nove quilômetros de elevada até Novo Hamburgo”, lembrou. Segundo Fagundes, não deve haver interferência no tráfego de veículos.
SAIBA MAIS
■O aeromovel terá duas estações, no metrô e no aeroporto
■Semana que vem, serão lançados editais das duas estações, embarque e desembarque
■Com a chegada dos dois primeiros pilares, foram iniciadas oficialmente as atividades no canteiro de obras do aeromovel
■No local, serão fabricadas as vigas-duto, estruturas que no caso do aeromovel, além de terem função tradicional das vigas, são também os dutos por onde passa o ar que impulsiona o veículo
■Estas vigas-duto devem começar a ser fabricadas dentro de 60 dias
Iniciada construção de ponte que ligará Canoas a Porto Alegre
Com potencial para ser mais um cartão-postal gaúcho, a primeira ponte estaiada do Estado começa a se tornar realidade. A obra de arte especial será erguida sobre o Rio Gravataí e faz parte da construção da BR-448, a Rodovia do Parque, e ligará Canoas e Porto Alegre. Atualmente, a ponte, que terá torres de 75 metros de altura e 268 metros de extensão, está na fase de fundações, com a cravação das formas metálicas e concretagem das estacas do lado de Canoas. Após essa etapa, serão executados os blocos de fundação, o que deve ser concluído até 15 de julho. A partir daí, o mesmo serviço começa a ser realizado do outro lado do rio, em Porto Alegre. O modelo já foi adotado em outros Estados, como São Paulo, e será pioneiro no Rio Grande do Sul. A ponte suspensa deve ser concluída, segundo previsão do consórcio gestor da BR-448, em um ano e dois meses.
A ponte terá 31,4 metros de largura
Serão 6 faixas, três de cada lado
O material é basicamente concreto e aço
678 metros cúbicos de concreto
267,7 toneladas de aço
1.185 unidades de pré-laje (usada para fazer o piso da ponte)
PISTAS DE ROLAGEM
Do km 0 (entroncamento da BR-116 com a RS-118) ao km 9,14 (viaduto da BR-386), serão duas pistas de rolagem em cada sentido.
Do km 9,14 até o km 22 (quando a BR-448 encontra a free way) serão seis faixas, três de cada lado. Nesse trecho está a ponte.
A ponte terá 31,4 metros de largura
Serão 6 faixas, três de cada lado
O material é basicamente concreto e aço
678 metros cúbicos de concreto
267,7 toneladas de aço
1.185 unidades de pré-laje (usada para fazer o piso da ponte)
PISTAS DE ROLAGEM
Do km 0 (entroncamento da BR-116 com a RS-118) ao km 9,14 (viaduto da BR-386), serão duas pistas de rolagem em cada sentido.
Do km 9,14 até o km 22 (quando a BR-448 encontra a free way) serão seis faixas, três de cada lado. Nesse trecho está a ponte.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Tecnologia de construção torna possível acelerar a execução
O coordenador-geral do consórcio gerenciador da rodovia, Luiz Antônio Didoné, é quem prevê o prazo de conclusão da BR-448 para agosto de 2012. “O que pode gerar atraso é a transferência das famílias instaladas na Vila do Dique. Estamos prevendo o início da transferência de parte dessas famílias já a partir de julho, quando estará pronta a vila de passagem, no bairro Fátima”, projeta Didoné. Segundo ele, a questão social que envolve as 600 famílias que vivem na vila é complexa. Dnit e prefeitura de Canoas estão envolvidos na operação.
Alguns lotes da rodovia estão mais adiantados do que outros. A defasagem na entrega da obra completa se deve a este detalhe. O contrato prevê a finalização em março do próximo ano. O lote 1, que é o ponto zero e se inicia no entroncamento da BR-116 com a RS-118, está com a terraplenagem bem evoluída. Praticamente toda a sua extensão está em obras. Apenas o segmento inicial de dois quilômetros próximo ao viaduto da BR-448 com a BR-116 depende de desapropriação.
O lote 2, por exemplo, ainda em junho poderá receber o pavimento em determinados segmentos. Neste lote, todas as pontes e os viadutos estão em obras. O lote 3, que começa em Porto Alegre, é o trecho mais difícil dos três. A construção da elevada depende da remoção das famílias da Dique canoense. “Por isso, está mais atrasado”.
Para assegurar e prevenir percalços, o TCU faz auditorias e fiscaliza o andamento da obra. O órgão não comenta as informações, pois ainda está executando a diligência. Só após a elaboração do relatório é que haverá a divulgação de informações. O Ministério Público Federal foi convidado a conhecer a situação em que vivem as famílias a serem reassentadas e como será a condução da remoção. “É um trabalho social empolgante. Nós, engenheiros, acostumados a executar obras civis, estamos todos sensibilizados com as condições subumanas em que vive aquela comunidade”, desabafa Didoné.
O coordenador diz que o modelo de construção da ponte estaiada será inédito. “E será um novo cartão- postal, das duas cidades.” Segundo o engenheiro, há um esforço dos três consórcios para acelerar as obras. As tecnologias que vêm sendo empregadas, como a confecção das colunas e vigas dos viadutos que compõem o complexo viário sobre a BR-290, agilizam e podem reduzir em um terço o tempo da obra, já previsto no prazo estipulado. “Praticamente todos os elementos pré-moldados que compõem os viadutos estão prontos.”
Obras de arte darão característica única à rota
A Rodovia do Parque é considerada uma das obras rodoviárias mais importantes do PAC. Este destaque se justifica pelo projeto - ao longo dos seus 22,3 quilômetros serão construídas 16 obras de arte especiais, boa parte com peças pré-moldadas, como pré-lajes e vigas. Para dar forma a viadutos, pontes, passagens de nível e elevadas, serão necessárias 3.941 vigas e 57.943 pré-lajes. Para fabricar as 61.884 unidades pré-moldadas serão usados mais de sete mil toneladas de aço e 40 mil m3 de concreto.
É no canteiro industrial do lote 3, trecho dos 7,9 quilômetros finais da rodovia, que são construídas as obras de arte mais complexas, como a ponte estaiada sobre o rio Gravataí, o seu acesso e a interseção com a BR-290, em Porto Alegre. Estas três estruturas vão necessitar de 46.106 unidades de pré-lajes. E a produção, que envolve 213 trabalhadores, já concluiu a fabricação de 6.755 peças. Das 3.846 vigas do lote 3 o consórcio Queiroz Galvão- OAS-Brasília Guaíba já concluiu 3.570. Segundo o coordenador-geral do consórcio gerenciador da BR-448, Luiz Antônio Didoné, o volume de peças produzidas no canteiro principal do lote 3 chama a atenção. “Este volume é espetacular. A tecnologia utilizada para produção das peças pré-moldadas foi especificamente desenvolvida para as obras da BR-448”, completa.
O segundo trecho da Rodovia do Parque, com 5,3 quilômetros, conta com 50 homens atuando no seu canteiro industrial. O lote 2, sob a responsabilidade das empreiteiras Construcap e Ferreira Guedes, terá de produzir 69 vigas e 8.304 pré-lajes para as cinco obras de arte do percurso. Do total, 40% já estão prontos.No lote 1, o marco zero da BR-448, que vai de Sapucaia do Sul ao acesso da BR-386, em Canoas, com pouco mais de 9,1 quilômetros há cinco obras de arte que somam 26 vigas e 2.408 pré-lajes. Dessas, as empresas consorciadas, Sultepa e Toniolo, Busnello, já fabricaram 700 pré-lajes.
É no canteiro industrial do lote 3, trecho dos 7,9 quilômetros finais da rodovia, que são construídas as obras de arte mais complexas, como a ponte estaiada sobre o rio Gravataí, o seu acesso e a interseção com a BR-290, em Porto Alegre. Estas três estruturas vão necessitar de 46.106 unidades de pré-lajes. E a produção, que envolve 213 trabalhadores, já concluiu a fabricação de 6.755 peças. Das 3.846 vigas do lote 3 o consórcio Queiroz Galvão- OAS-Brasília Guaíba já concluiu 3.570. Segundo o coordenador-geral do consórcio gerenciador da BR-448, Luiz Antônio Didoné, o volume de peças produzidas no canteiro principal do lote 3 chama a atenção. “Este volume é espetacular. A tecnologia utilizada para produção das peças pré-moldadas foi especificamente desenvolvida para as obras da BR-448”, completa.
O segundo trecho da Rodovia do Parque, com 5,3 quilômetros, conta com 50 homens atuando no seu canteiro industrial. O lote 2, sob a responsabilidade das empreiteiras Construcap e Ferreira Guedes, terá de produzir 69 vigas e 8.304 pré-lajes para as cinco obras de arte do percurso. Do total, 40% já estão prontos.No lote 1, o marco zero da BR-448, que vai de Sapucaia do Sul ao acesso da BR-386, em Canoas, com pouco mais de 9,1 quilômetros há cinco obras de arte que somam 26 vigas e 2.408 pré-lajes. Dessas, as empresas consorciadas, Sultepa e Toniolo, Busnello, já fabricaram 700 pré-lajes.
Rodovia do Parque deve ficar pronta em 2012
Se tudo der certo, a Rodovia do Parque (BR-448) estará concluída em agosto de 2012, quatro meses antes da projeção feita pela direção do Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (Dnit) no Estado. A previsão, que só não será confirmada caso haja algum atraso nos assentamentos das cerca de 500 famílias que residem num dos trechos do traçado de pouco mais de 22,3 quilômetros, reflete uma peculiaridade da execução do projeto. Há uma empresa responsável por gerenciar passo a passo a execução. A faceta, que ainda é atributo de poucas obras rodoviárias no País, revela a precaução do governo federal para prevenir interrupções indesejadas, como decisões judiciais, eventual problema apontado pelo temido Tribunal de Contas da União (TCU) ou mesmo impasses na área socioambiental.
O resumo da obra é que a BR-448 é muito mais que uma rodovia. É um sistema complexo e já é modelo para o Brasil. Outros destaques são a engenharia e a arquitetura, que preveem uma ponte estaiada – neste tipo de solução os pilares são sustentados por cabos de aço - com largura da pista que se habilita a ser a maior já construída na América do Sul. Quando os motoristas estiverem percorrendo seu trajeto, principalmente para escapar dos engarrafamentos da BR-116 (que corta Canoas e conecta a Capital ao Vale dos Sinos e à Serra), jamais saberão, por exemplo, que no meio do caminho da construção havia não uma, mas quatro casinhas de João de Barro. Também surgiram furões, cobras, árvores a serem transplantadas e dezenas de famílias ocupando terreno de risco e de forma irregular.
“Grandes obras rodoviárias exigirão cada vez mais uma gestão ambiental. Temos de prever tudo que pode acontecer”, assinala Adriano Panazzolo, coordenadorgeral da gestão ambiental do projeto feito pela empresa Serviços Técnicos de Engenharia (STE). Ela venceu a concorrência e se especializa, pois já cuida do ambiente na duplicação da BR-392, entre Pelotas e Rio Grande. Na remoção dos habitantes da Vila Dique, que fica no trajeto do lote 3, o Dnit decidiu bancar a construção de moradias. É a primeira vez que isso ocorre em projetos recentes no País.
O superintendente do Dnit no Estado, Vladimir Casa, atesta que o acompanhamento ambiental foi intensificado nos anos 1990. “Hoje é imprescindível e há exigência da sociedade, não só da legislação do setor”, observa o responsável pelo departamento. A duplicação da BR-101 Sul foi a estreante das obras no Sul com este aparato de acompanhamento. Os consórcios vencem a disputa, e duas empresas – de gestão ambiental e de gerenciamento – monitoram e auxiliam na execução dos planos em cada segmento. “Talvez por isso não tivemos nenhum problema até agora”, afirma Casa com alívio.
terça-feira, 21 de junho de 2011
Aeromovel deve operar a partir de janeiro de 2012 na Capital
O Aeromovel, que ligará o Trensurb ao terminal 1 do Salgado Filho deve começar a operar de forma experimental em janeiro de 2012. Semana passada, a Secretaria de Meio Ambiente de Porto Alegre emitiu a licença de instalação, e as obras começam semana que vem. O investimento será de R$ 29,8 milhões, sendo R$ 17,4 milhões para a empresa Aeromovel Brasil S.A, de São Leopoldo, responsável pelo pacote tecnológico.
Os dois veículos, com capacidade para 150 e 300 passageiros, também já estão em fabricação. Inicialmente, a intenção é transportar 7 mil passageiros por dia, número que pode aumentar de acordo com a demanda.
A T-Trans, no Rio, está fabricando os dois veículos, que devem ficar prontos em outubro.
A previsão da Trensurb é concluir as obras até dezembro. “Em janeiro pretendemos operar em um estágio experimental”, informa o gerente de Projetos e Obras da Trensurb, Sidemar da Silva.
Etapas estão adiantadas
Segundo o gerente de Projetos e Obras da Trensurb, Sidemar Francisco da Silva, diversas etapas já estão em andamento e bastante adiantadas. “A empresa está em dia com a obra. Já temos um conjunto de mais de 35 pilares prontos, de um total de 52. A fabricação de formas metálicas que vão dar vida aos dutos do Aeromovel também já está em andamento”, explicou. A primeira estaca deve ser colocada na próxima semana.
Ele acrescenta que isso é o início do sistema construtivo, que segue com a colocação de blocos onde serão inseridos os pilares. Em cima deles vão ser colocadas as vigas fabricadas no canteiro de obras. “Os dutos servem como sistema de propulsão e sustentação. É uma construção em concreto de alta precisão, feito com formas metálicas”, detalha.
Os dois veículos, com capacidade para 150 e 300 passageiros, também já estão em fabricação. Inicialmente, a intenção é transportar 7 mil passageiros por dia, número que pode aumentar de acordo com a demanda.
A T-Trans, no Rio, está fabricando os dois veículos, que devem ficar prontos em outubro.
A previsão da Trensurb é concluir as obras até dezembro. “Em janeiro pretendemos operar em um estágio experimental”, informa o gerente de Projetos e Obras da Trensurb, Sidemar da Silva.
Etapas estão adiantadas
Segundo o gerente de Projetos e Obras da Trensurb, Sidemar Francisco da Silva, diversas etapas já estão em andamento e bastante adiantadas. “A empresa está em dia com a obra. Já temos um conjunto de mais de 35 pilares prontos, de um total de 52. A fabricação de formas metálicas que vão dar vida aos dutos do Aeromovel também já está em andamento”, explicou. A primeira estaca deve ser colocada na próxima semana.
Ele acrescenta que isso é o início do sistema construtivo, que segue com a colocação de blocos onde serão inseridos os pilares. Em cima deles vão ser colocadas as vigas fabricadas no canteiro de obras. “Os dutos servem como sistema de propulsão e sustentação. É uma construção em concreto de alta precisão, feito com formas metálicas”, detalha.
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