quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Secretário da SEINFRA anunciou obras

O secretário Estadual de Infraestrutura e Logística, Beto Albuquerque, esteve em Novo Hamburgo, dia 31 de outubro, para anúncios de obras em rodovias estaduais.
O Aeroporto Internacional 20 de Setembro, a BR-448 e a RSs-010 e 118 também foram temas abordados pelo secretário ontem. Sobre o aeroporto regional, ele destacou que na sexta-feira passada o governo entregou os primeiros estudos ao 5.º Comando Aéreo Regional. “O aeroporto é viável e tem integral apoio do Estado.” Com relação a BR-448, Beto informou que irá sobrevoar a Rodovia do Parque na sexta-feira para verificar o andamento das obras. Ainda, falando em rodovias, ele lembrou que pediu aos municípios um levantamento sobre as desapropriações na área de abrangência da RS-010. Já sobre a RS-118 confirmou que até dezembro sete quilômetros da via estarão concluídos. Por Jornal Vale do Sinos em 01/11/2011.

Caminhão derruba carga de vinho na BR-116, em São Leopoldo

Incidente aconteceu próximo ao viaduto da Avenida João Corrêa, em São Leopoldo, bloqueando o tráfego no trecho.
A quarta-feira, feriado de Finados, começou com acidente na BR-116. Um caminhão carregado com vinho derramou parte da carga na altura do viaduto da Avenida João Corrêa, no km 247, em São Leopoldo. A pista principal foi bloqueada devido ao acidente e o trânsito foi desviado pela pista lateral no sentido interior-capital.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o veículo vinha da Serra e trafegava em direção a Porto Alegre. No local, há uma pequena curva e, quando a carga começou a cair, o motorista conseguiu estacionar na lateral. No entanto, as garrafas se espalharam na pista, impedindo a passagem dos carros. Por Jornal Vale do Sinos em 02/11/2011.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Atravessar a RS-118 é um perigo em dose dupla para pedestres

Passarelas foram criadas para garantir a segurança das pessoas que precisam atravessar rodovias movimentadas. No entanto, segurança não é o que representam as duas passarelas localizadas nos bairros Capão da Cruz e Boa Vista, na RS-118, em Sapucaia do Sul. Construídas há cerca de dez anos, elas estão em estado precário, amarradas com madeira ou arames, com os corrimãos e parapeitos tomados pela ferrugem e as vigas de sustentação estão expostas.
As passarelas que um dia serviram como alternativa segura para a travessia tornaram-se um obstáculo em especial para cadeirantes, idosos e gestantes, já que as passarelas também não foram projetadas com acessibilidade. O problema, aliado à imprudência de pedestres, tem feito vítimas, conforme matéria publicada no Jornal VS em 30 de julho onde um jovem de 22 anos morreu atropelado praticamente ao lado da passarela da Boa Vista. A precariedade também já foi alvo de matéria publicada em 23 de março desse ano, desta vez na passarela do Capão da Cruz.
“Falta segurança aqui. É perigoso principalmente para as crianças que passam por ela. O pior é que ninguém faz nada’’, disse o aposentado Sebastião Lima, 71 anos, sobre a passarela do Capão da Cruz (foto ao lado).
Solução definitiva só a duplicação
Conforme o secretário de Serviços e Mobilidade Urbana de Sapucaia, Sidnei Araújo, a prefeitura está contratando mão de obra para realização de reparos, como colocação de tela de proteção e corrimãos novos nas passarelas. Porém, o secretário admite que a medida não resolve o problema e a solução definitiva só ocorrerá com a duplicação da RS-118, ainda sem prazos definidos. “A situação é dramática, os reparos são paliativos e só teremos uma solução definitiva com a duplicação da rodovia”, afirma Sidnei, ao informar que a compra de material para a execução do serviço já foi requisitada, mas o início dos reparos não tem data definida.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

BR-448: primeiras cinco famílias são instaladas na Vila de Passagem

Das 599 famílias que vivem na margem da futura BR-448, cinco foram realocadas hoje para a Vila de Passagem. O loteamento vai abrigar provisoriamente 100 famílias para que as obras da chamada Rodovia do Parque possam avançar. A meta prevista pelo Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (Dnit) para conclusão da estrada é na metade de 2013.
Com o caminhão carregado de malas, móveis e muitas expectativas, Marli de Carli Pedro foi a primeira moradora a chegar na nova casa. Ela e mais duas filhas, Tainara e Emily, foram recepcionadas pelo prefeito Jairo Jorge e pelo superintendente regional do Dnit, Vladimir Casa, quando receberam a chave da moradia. O sorriso no rosto de dona Nenê, como é conhecida, não escondia a satisfação de mudar de vida. "Estou feliz, se melhorar estraga. A gente alcançou o que queria, que é sair daquele lugar", confessou. A família ocupará dois módulos na Vila, já que um será destinado ao ateliê que Nenê, onde trabalha com mais 14 mulheres e de onde tira o sustento.
Amizade
Ainda no turno da manhã, outra chefe de família arrumava o novo lar. Cleide Regina Pinheiro ocupará a casa ao lado de dona Nenê, estreitando mais ainda os laços de amizade formados ainda no Dique do Canil, onde viviam. À tarde, outras três famílias fazem a mudança para a Vila de Passagem. A expectativa é de que, em até 40 dias, as 95 restantes sejam transferidas.
De acordo com o prefeito Jairo Jorge, a Vila servirá de moradia para essas famílias por um ano, tempo necessário para a construção de casas e apartamentos definitivos. O reassentamento é uma exigência legal e ambiental que está sendo cumprida pela Prefeitura. "Isso permite que a obra da Rodovia do Parque possa fluir com rapidez no próximo ano", garante.
Infraestrutura garantida
Neste período em que as famílias ficarão na Vila de Passagem, a Prefeitura disponibiliza água, luz e saneamento, além de segurança e acesso a escolas e serviços de saúde, gratuitamente. Ainda faz parte da estrutura um galpão para quem trabalha com reciclagem de lixo, baias para cavalos, biblioteca, auditório e uma brinquedoteca para crianças.
Compromisso
Junto das chaves, o prefeito entregou uma carta de compromisso com a garantia de que os moradores receberão a casa definitiva em breve. Conforme Jairo, "as primeiras famílias que chegaram na Vila de Passagem serão as primeiras a saírem para as moradias definitivas". A Prefeitura Municipal agora aguarda a liberação dos editais para a construção dos 256 apartamentos e 344 casas definitivas. A transferência para a Vila de Passagem permite às construtoras do lote 3 construir trecho de seis quilômetros da BR-448.
Crédito da notícia: Amanda Utzig Zulke site Prefeitura Canoas 27/10/2011

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Novo projeto da RS-010 será entregue ao governador

Presidente da Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre (Granpal), o prefeito canoense Jairo Jorge se reúne hoje, às 16 horas no Palácio Piratini, com o governador Tarso Genro para entregar o novo projeto de Parceria Público-Privada para construção da RS-010, também denominada de Rodovia do Progresso – incluindo as readequações solicitadas pelo governo do Estado no que diz respeito a prazos e concessões. O documento que define os principais pontos do anel viário metropolitano já está acordado entre os prefeitos da cidade por onde passa o traçado da rodovia e com o Estado.
A obra começa do zero, sem infraestrutura pré-existente.
A RS-010 terá 42 quilômetros, entre a BR-290, em Porto Alegre, e a RS-239, em Sapiranga;
Serão 96 quilômetros com obras adicionais, como estradas de acesso.
A nova estrada terá pista dupla, contando com cinco interligações com a BR-116 ao longo do trajeto.
A construção da estrada deve custar R$ 1,5 bilhão. O total de investimentos pode chegar a R$ 2,3 bilhões.
Em troca do investimento, quem vencer a licitação, de acordo com o modelo proposto, poderá explorar a estrada por um período de 35 anos por meio da chamada Parceria Público-Privada (PPP);
Haverá uma contrapartida anual do Estado por 20 anos. Hoje essa contrapartida está estimada em R$ 75 milhões por ano.
Finanças do Estado preocupam
Sabendo das dificuldades financeiras pela qual passa o RS, o prefeito Jairo Jorge revela que a busca foi por uma proposta que reduza ao máximo o impacto nos cofres do Piratini. O modelo básico do projeto foi mantido. A proposta alternativa foi diminuir os investimentos do governo nos primeiros anos de concessão. “Estou bem otimista. Não existem grandes alterações. Nossa preocupação é com as finanças do Estado. Discutimos uma alternativa que reduz a contrapartida no segundo e terceiro anos. No primeiro, não haverá contrapartida”, destaca o prefeito Jairo Jorge. Por Jornal Vale do Sinos em 26/10/2011

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Chega a 72% conclusão obras expansão Trensurb até Novo Hamburgo

Entre últimos avanços, destaca-se o início da execução dos taludes de entrada ao sul da ponte rodoviária sobre o Rio dos Sinos.
O 35º relatório de medição emitido pela Coordenação de Planejamento da Trensurb aponta que as obras para a ampliação da Linha 1 até Novo Hamburgo chegaram a 72,11% de sua execução. O valor foi recalculado pelos técnicos da empresa devido à aprovação da suplementação orçamentária aprovada pelo governo federal para a realização de serviços e obras complementares à expansão.
Entre os últimos avanços, destacam-se: o início das obras do novo sistema viário pela Av. Mauá, em São Leopoldo, junto ao trecho 1 (do fim da linha metroferroviária existente até as pontes sobre o Rio dos Sinos); o início da execução dos taludes de entrada no lado sul da ponte rodoviária sobre o Rio dos Sinos; a conclusão do sistema viário do entorno da Estação Santo Afonso (anteriormente conhecida como Liberdade); os serviços de remanejo das redes cloacal e drenagem pluvial para as obras da Estação Industrial; o início da montagem do canteiro de obras e dos serviços de estaqueamento no trecho da futura Estação Novo Hamburgo.
A expansão até Novo Hamburgo
O empreendimento prevê, no total, mais 9,3 quilômetros de Linha 1, atingindo 43 quilômetros de extensão, de Porto Alegre a Novo Hamburgo. Todo o trecho será estruturado em via elevada e comportará cinco novas estações. O Consórcio Nova Via – constituído pelas empresas Norberto Odebrecht, Andrade Gutierrez, Toniolo/Busnello e T’Trans – é o responsável pela execução da obra. O projeto é orçado em R$ 929,7 milhões. Site Trensurb 21/10/2011

Usuários do Trensurb disputam espaços e lotação preocupa

A menos de dois meses do início das operações na extensão do trem até Novo Hamburgo, a lotação é um fator que está preocupando usuários que dependem do transporte diariamente e que já enfrentam dificuldades em horários de pico. Conforme o gerente de operações da Trensurb, Rubenildo de Azeredo Ignácio, deve haver um crescimento de 15 a 18 mil passageiros só com a entrega desse trecho que compreende da Estação Rio dos Sinos, em São Leopoldo, até a Santo Afonso, em Novo Hamburgo. Já quando os outros três terminais estiverem prontos – setembro de 2012 –, o incremento deve ser de um total de 30 mil pessoas.
Ontem, parte dos passageiros que esperavam para embarcar na Estação São Leopoldo não conseguiu entrar nos vagões e teve que esperar pelo outro trem. “Não dá nem para se mexer. Já chegamos ao ponto de ter que disputar um espaço para viajar em pé dentro do vagão”, reclamou a estudante Clarissa Assunção, 23 anos, que ontem optou por esperar por outro trem para seguir até a capital. Porém, o gerente de operações da Trensurb observa que essa foi uma situação isolada e que geralmente não há lotação nos trens. Segundo ele, os vagões partem com uma média de 450 pessoas de São Leopoldo em direção a Porto Alegre, o que é um “nível de conforto muito grande’’, ao considerar que a capacidade máxima é de 1.080 passageiros.
Variação de passageiros
“Cobrimos metade das despesas e o resto é subsidiado pelo governo.’’ Na busca por mais conforto – e até mesmo por um acento – Rubenildo salienta que as pessoas têm outras opções de transporte, como o ônibus. O gerente de operações reconhece situações pontuais causadas principalmente por fatores climáticos. “Quando perdemos duas ou três viagens vamos ter maior demanda, mas é um problema que foge do nosso controle.’’ Atualmente, o transporte é subsidiado e a empresa precisa ter faturamento suficiente para repor a taxa de cobertura.
Alternativa é ampliação da capacidade
O presidente da Trensurb, Humberto Kasper, considera exagero falar em superlotação. “Na verdade, o que existe é uma lotação em alguns trechos nos horário de pico’’, alega ele, que atribui isso ao crescimento de passageiros que vêm utilizando os transportes públicos. “É um resultado do crescimento econômico e temos plena consciência dessa situação. Sabemos que a cada ano o número de passageiros vai aumentar.’’ Como alternativa, Kasper avalia a ampliação de capacidade. “Nosso sistema de sinalização tem capacidade limite de 4 minutos para a saída de cada trem da Estação Mercado, por exemplo. Nossa intenção seria ampliar essa frequência de 2 ou 3 minutos, mas não é algo simples, pois demanda recursos e tempo’’, garante.
Compra de novos trens pode ajudar
A compra de oito novas composições, com seis vagões cada, seria outra alternativa para aliviar o transporte. Kasper explica que o projeto está pronto, mas aguarda liberação de recursos. Os novos trens poderiam comportar 2,4 mil passageiros e custariam R$ 30 milhões. Isso, segundo Kasper, acarreta uma longa espera de um ano e meio para cada composição. “Esse é o tempo para a construção de um trem.’’ Para driblar o fator tempo, o presidente da Trensurb revela uma terceira hipótese que ainda está sendo avaliada. “Estamos estudando um acordo com outra empresa para abarcar alguns trens de sua frota na Trensurb. Essa alternativa só seria viável se ela ocorresse em até um ano.’’ Por Jornal Vale do Sinos em 25/10/2011